quarta-feira, 23 de março de 2011

"surpresas"



Nunca mais prometo que vou escrever todos os dias, infelizmente já deu pra perceber que isso não é tão possível como em teoria parece ser, espero que entendam e assim como eu, tornemo-nos leitores mais atenciosos e tolerantes com os blogs da vida.  Até porque, se eu já bem entendi o espírito do negócio, o interessante é tentar extrair o que eu conseguir para compartilhar e registrar em uma espécie de diário, mas sem todos os detalhes desnecessários sobre coisas mais desnecessárias ainda, logo, visando conseguir dar uma boa lapidada nos dias e suas peculiaridades, terei que economizar nos POSTS

Acertei quando cogitei a hipótese de que o fim de semana não seria tão entediante assim, e realmente não foi. As surpresas já começaram na volta do bom e divertido açaí no sábado à noite, quando descobrimos um ensaio de um grupo junino aqui da cidade, muito bacana, segundo a noiva da quadrilha, eles começam a se preparar desde setembro pros festejos de junho, o que justifica tanta organização, capricho e beleza, realidade da maioria desses grupos. Entre algumas outras atividades, um almoço num restaurante no mínimo duvidoso, que tem uma comida de origem também duvidosa, mas de bom gosto, algumas idas ao supermercado, onde em uma delas eu descobri que aqui no Piauí eles continuam comercializando PITCHULA, o que me comoveu de uma forma bastante nostálgica, tanto que tive que registrar com uma(s) foto(s) para não perder isso da memória novamente e a esperada e difícil ida à praia, sem a qual eu ainda nem tava conseguindo me considerar morador de uma cidade litorânea, até porque aqui na Parnaíba, o clima é bastante confuso (apesar de o calor permanecer constante) uma hora um calor vulcânico, outra hora uma mini-tempestade, que ocorre em momentos tão repentinos quanto os relâmpagos e trovões que os acompanham.  A praia em muito me surpreendeu, apesar de tranqüila em relação às de Fortaleza, possui umas estruturas de barracas bem semelhantes, porém em tamanhos e números reduzidos, na que a gente resolveu ficar, somada com a do lado, representavam quase que toda a ocupação das barracas da praia, com direito a seresta ao vivo e tudo (como se fosse muita coisa) um atendimento não muito urgente e um quiosque de crepe que fez a minha alegria. O tempo passou quase voando, como geralmente acontece na praia, principalmente quando chegamos depois do meio dia, uns camarões comprados de um ambulante, servidos dentro de um saco de “din-din”, alguns cocos tomados, muita conversada jogada fora, encontros casuais com alguns rostos já conhecidos, um bom e velho mergulho no mar, com direito a muitos risos, poucas ondas (frustrando os planos de praticar surf) e uma inveja saudável do estado de conservação física da praia, quando lembrei algumas de fortaleza que já estão até impróprias pra banho, o que talvez só venha a ser uma lástima por alguns, no futuro, ou quando se tiver contato com outras realidades e observar que tanta perca só ocorreu graças a nossa própria displicência e/ou ignorância, enfim, um desabafo, acompanhado de um desejo. Retornamos quase à noite, com um cansaço físico de quem tinha carregado toneladas durante o dia, o que fez com que fossemos dormir em horário recorde de tão cedo, até porque, Matheus, Mayara e Rebeca, tiveram aula na segunda de manhã, o que contribuiu ainda mais com o adormecer antecipado do apartamento 214, garantindo paz e tranqüilidade aos nossos vizinhos pelo menos nessa data.
A semana até agora tem se mostrado bastante comum em relação a passada,             só não tenho ido ao centro quase que diariamente e já conheci algumas pessoas do meu curso, temos um racha  marcado pra sexta-feira depois da aula, que só confirmei presença depois que todos os “jogadores” confessaram sofrer do meu mesmo mal de falta de habilidade que me aflige e que  o importante é integrar e divertir nessa cidade sem grandes atrativos de entretenimento que é Parnaíba, mas que felizmente já possui alguns eventos programados, alguns sendo preparados, como a nossa calourada de Administração, que ainda não tem data nem locais definidos, mas só a idéia de ela acontecer,  já dá animo pra manter o espírito de novidade, que continuam cercando os dias assim como todas as descobertas que tenho durante eles e cá entre nos, espero que não acabe nem tão cedo.

4 comentários:

  1. A praia deve ser tão mais tranquila e limpa..
    Já queeero ver fotos do racha ok? iauha!
    Te amo!

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  2. se eu for tirar uma de cada gol que eu fizer, vou precisar de um cartão de memoria extra, xaxa! kkkkkk love u

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  3. kkkkk, vou preparar um álbum p receber as fotos tá?!! bjosss

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